4 ótimos discos de hard rock em 2014

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 12:32

Os suecos do H.E.A.T. lançaram em 2014 seu quarto álbum completo de estúdio, Tearing Down the Walls; já há bastante tempo que a combinação Hard rock + Suécia é praticamente garantia de uma alta qualidade, e os caras seguem com esse padrão lá em cima com seu hard rock de arena (ou simplesmente AOR) muito empolgante como nas faixas We Will Never Die, Emergency, Point of No Return e a curiosa Mannequin Show, praticamente um spin off de Oops I Did It Again, da Britney Spears (sim!) e nem por isso baixou a qualidade do disco, pelo contrário, é uma das mais legais de ouvir.







O Steel Panther já segue mais a linha americana de hard rock e AOR, tanto em visual, letra quanto na música; All You Can Eat é o terceiro disco do grupo e já tem alguns clássicos imediatos como Gangbang at the Old Folk’s Home (e seu refrão de arena), a paulada Fucking My Heart in the Ass, o single Gloryhole e a balada Defleppardiana The Burden of Being Wonderful. Se você gosta de hard rock e AOR americano dos anos 80, mergulhe neste disco.









Outra banda que lançou um ótimo trabalho de hard rock em 2014, foi o veterano Helix com seu Bastard of the Blues. Um disco recheado de ótimos refrãos, além de riffs e solos inspirados. Even Jesus (Wasn’t Loved in His Hometown), Hellbound For a Heartbreak, Winning is the Best Revenge e Axe to Grind são os destaques deste bom lançamento de 2014.












Sim, sim, eu sei que o Edguy ainda é considerado – com razão – mais parte da turma do “power metal” do que do hard rock, mas já há uns bons anos a banda vem cada vez mais se aproximando do estilo e já ganhou respeito de ambas as partes. Deixando as punhetagens de gênero de lado, Tobias Sammet e cia lançaram um dos meus álbuns favoritos deste ano até o momento, e nele as duas faixas que mais ouvi em 2014 (segundo meu Lastfm): Space Police, que também é a faixa-título, com uma performance matadora de Tobias, que já mostra há anos sua capacidade incrível de criar melodias que grudam na mente logo na primeira ouvida (“We’re riding out, pass by the moon, bird’s eye view on the universe”), e The Eternal Wayfarer, um épico com mais de oito minutos com um trecho de arrepiar ali pelos 04m50s (“So you don’t wanna see, you realize that your senses have come to the edge (...)”); o disco tem ainda a engraçada e ao mesmo tempo bonita homenagem a Steve Harris na faixa England. O lado mais hard da banda ainda aparece na melosa Love Tyger

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